Grupo 4: Critical incidents in a tertiary care clinic for internal medicine. Paula Scharein and Marten Trendelenburg, 2013.
Integrantes do Grupo:
1. Marina Weizenmann
2. Mayara
3. Christiane Colet
4. GABRIELA BERLANDA
5. Maria Lara
6. NATÁLIA CORTELETTI
Questões orientadoras do debate:
1. Objetivos do estudo.
2. Análise dos métodos
3. Principais resultados
5. Traçar paralelo com dados nacionais.
Linck para o artigo:
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3729431/pdf/1756-0500-6-276.pdf
Bom vou iniciar os comentários do artigo... Ele descreve os incidentes em uma Clínica de Medicina Interna de um hospital terciário. A justificativa dada para a escolha do tema é a busca pela redução dos erros relacionados com o paciente, como foi tratado na primeira aula, considerando que os índices de erro ainda são altos e podem ser preveníveis. Um dos diferencias deste estudo foi ter sido realizado em "unidades não intensivas" ou seja unidades clínicas. Acredito que um dos motivos para a opção de unidades intensivas relaciona-se com os riscos serem mais incidentes, o que permite estudos mais breves, o que não é o caso deste estudo, cujo tempo de realização foi de quatro anos e meio.
ResponderExcluirDiferente deste estudo, como citou a Christiane, normalmente os estudos de incidentes/danos são realizados em unidades críticas, provavelmente pela complexidade das terapias sendo uma área de maior risco.
ResponderExcluirEm relação aos resultados, identificaram como o mais frequente os erros relacionados a medicamentos, e destes, os erros de prescrição seguido pelo erro de dosagem foram o mais predominantes (entendi como erro de dosagem, o erro de administração). O que me chamou a atenção foi que, no resultado deste estudo, praticamente não relacionaram os incidentes a falta de pessoal ou trabalho excessivo. Estes erros de medicação mostram a importância do profissional farmacêutico no ambiente hospitalar e no trabalho multi, orientando e intervindo para minimizar todos os tipos de incidentes relacionados ao ciclo do medicamento.
Este anônimo sou eu, Mayara. Eu preciso criar um blog para postar com meu nome?!
ResponderExcluirComo citou a Mayara, o resultado deste estudo ter demonstrado que os erros mais frequentes estão relacionados com os medicamentos é um argumento que pode-se usar para defender a importância do farmacêutico nas instituições hospitalares, realizado farmácia clínica.
ExcluirQuanto a não relacionar os incidentes com causas, como trabalho excessivo, qualificação profissional, vejo isso como uma das limitações deste trabalho, pois ele é realizado a partir da descrição de autorelatos e não foram avaliadas as causas...
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ResponderExcluirMayara, se usares o Nome/URL, deixa a URL em branco, coloca teu nome que ele aceita, aparece como eu.
ResponderExcluirObrigada Tânia... criei uma conta no Google. td certo agora!!
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ResponderExcluirEm relação a metodologia do artigo, achei um pouco confusa. Os dados foram obtidos a partir de um programa eletrônico de notificação de incidentes. Pelo o que entendi, existe uma comissão que acompanha estas notificações internas, porém não achei muito claro como os profissionais são incentivados a relatarem os incidentes, porque muitos podem não ter sido relatados pelo sistema. Talvez eu não tenha entendido muito bem. Vou ver se encontro alguns trabalhos nacionais sobre este assunto, para compararmos!
ResponderExcluirOi Mayara... Pesquisei sobre esse programa, pois também fiquei na dúvida, e encontrei que é um software, que deve ser comprado pela instituição, e que deve ser alimentado com informações sobre eventos críticos ou eventos adversos. CIRSmedical® alimenta um banco de dados central (na Suíça) e as notificações não identificam o profissional da saúde que a realizou. Mas são notificações espontâneas, com grande tendência de viés.
ResponderExcluirTambém dei uma pesquisada e pelo o que encontrei é muito utilizado em vários países, não só por instituições de saúde, mas para outras empresas. Apesar de ser, provavelmente, um ótimo sistema, acho que faltou informações mais detalhadas sobre ele, para que não surgissem dúvidas como as que estamos tendo, já que não conhecemos o software.
ExcluirEste estudo utilizaram um N significativo, e o tempo de estudo foi considerável. Poderia ter fornecido mais dados sobre o programa utilizado. Com relação aos resultados do estudo parece não diferenciar dos resultados nacionais.
ResponderExcluirSobre erro de medicações acho interessante o trabalho realizado por NÉRI, E.D.R. em seu trabalho sobre Determinação do perfil dos erros de prescrição de medicamentos em um hospital universitário. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/2064aa80474592999afade3fbc4c6735/dissertacao_perfil_erros_prescri%25E7%25E3o_hospital.pdf?MOD=AJPERES.
Também acho interessante o formulário utilizado pela ANVISA
https://www.anvisa.gov.br/multimidia/form_erro/index.asp.
Gurias,
ResponderExcluirsobre os apontamentos que fizeram:
- considero pertinente o estudo unidade clínica pois, como o próprio autor coloca, é um modo de identificar, para além das unidades de terapia intensiva, campos onde são necessárias melhorias no que se refere a incidentes críticos;
- quanto à metodologia do estudo também fiquei com algumas questões confusas quanto ao software...fico com a mesma questão da Mayara quanto aos estímulos e orientações para que os profissionais possam fazer a notificação. Como isso pode ser um modo de repensar as práticas se não se capacita o profissional para o uso do instrumento?
Além disso, também não entendi bem a função do "conselho" do software...Há a informação de que quando é necessário fazer uma correção do departamento de procedência da notificação este conselho é quem o faz. Mas como consegue identificar isso quando se diz que é as notificações são confidenciais e não identificam o notificador?
- Quanto à classificação das causas de erro também não consegui identificar de forma clara quem que faz: o conselho ou o notificador? De qualquer forma, entendo que essa classificação nem sempre pode definir ao erro a sua real causa, levantando um viés do estudo. Por exemplo, como sei realmente que a causa foi por stress ou por trabalho excessivo? Esse exemplo também faz pensar que as possibilidades não se excluem mutuamente, que as causas podem estar atravessadas uma pela outra. Como afirmar que o erro considerado "humano" não está atravessado pela sobrecarga de trabalho?
- Ao apontar que o maior percentual de incidentes está relacionado a erros com medicamentos senti falta de um esclarecimento de como o setor farmácia entra na logística do medicamento no hospital: como a prescrição chega na farmácia, como o medicamento é dispensado? São informações pertinentes quando se percebe que todos os erros relacionados a medicamentos (dosagem errada, prescrição errada, troca de medicamento, troca de paciente)envolvem alguma etapa que passa pela farmácia, pelo farmacêutico. Além disso,o artigo coloca que o problema na comunicação entre os diferentes setores do hospital é uma das principais causas de erro, reforçando ainda mais que se precisa entender em que momento e como a farmácia é acionada.
- Achei interessantíssimo o apontamento da comunicação entre os profissionais como um recurso potencial para evitar erros. Isso me faz pensar que nem sempre o mais simples e o mais óbvio acontece.
- Quando o autor não aponta a farmácia nesse processo todo, quando coloca que o médico e o enfermeiro são profissionais capazes de disseminar e implementar recomendações nos procedimentos clínicos e quando coloca que a interdisciplinaridade se faz com diferentes especialidades médicas (!) acredito que ele não aponta para a importância do profissional farmacêutico no contexto de evitar erros no ambiente hospitalar. Essa leitura quem faz somos nós! E, por opinião, acho que devemos fazê-la partindo da ideia de que nenhum profissional sozinho faz todo esse movimento.
As conclusões de que o papel da Farmácia e farmacêuticos neste ciclo do medicamento, a fim de reduzir erros, são conclusões apenas nossas, o autor, realmente, não aborda isso. O que seria interessantíssimo, fazer um novo estudo e comparar com este, neste local, após a presença e atuação dos farmacêuticos.
ResponderExcluirO presente artigo pode demonstrar e avaliar a associação entre mortes e eventos adversos, de acordo com cada fator de riscos dos pacientes,analise desde tipo são sempre importantes para ressaltar e salientar a necessidade de acompanhar,prevenir e ate mesmo quando possível intervir nos eventos adversos.
ResponderExcluirApesar da dificuldade de identificação das causas do eventos adversos a necessidade da farmacovigilância com a ação do farmacêutico junto com a equipe multidisciplinar e fundamental,dessa maneira podendo influenciar na diminuição dos eventos adverso e quando acontecerem ter capacidade para intervenção, dessa maneira melhorando a qualidade de vida do cliente, a adesão ao tratamento e ate mesmo evitando possíveis mortes.
Tânia,o aluno Fabricio Soares Moreira não conseguiu ter acesso ao blog acessando o conteúdo comigo.
ResponderExcluirNathalia, não posso nem imaginar o que tenha ocorrido com o Fabrício, pois mesmo quando ele não estava inscrito na disciplina, mandei o convite para ele acessar o blog.
ExcluirOu seja, cadastrei ele aqui. Talvez ele tenha ignorado o email, pode ter ido para spam, mas ele está inscrito, só não aceitou o convite.